Mary Catherine Judd
rolado em cima de e em cima de no rio, e nos lugares deles/delas o mais macio camas de areia branca estavam prontas para tudo. Orpheus descansou, com o leão e o tigre para os noite-guardas dele, e o gato selvagem adormecido na árvore com os pássaros. Pela manhã soou a harpa novamente, e a companhia estranha vagou fora, feliz de estar perto da música. As três bestas selvagens alimentaram junto em as gramas de rio e esqueceu que eles tinham sido os inimigos vida-longos. Orpheus tinha dito, antes de ele entrou na madeira, que ele estava cansado de homens e as disputas deles/delas; aquelas bestas selvagens eram mais fáceis domesticar que os homens bravos; e assim ele achou isto durante estes dois dias na floresta. Ele levou a harpa dele e jogou e cantou uma doçura, canção selvagem de amor e paz, e em cima as folhas e filiais dos carvalhos dançaram para alegria de viver. Não um resmungo, não uma disputa foi ouvida onde até mesmo o ecos da música foram. As mesmas pedras responderam a voz de Orpheus,
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