Douglas William Jerrold
Aconteceu ao escritor que dois, ou três, ou dez, ou vinte gentlewomen lhe perguntaram--e perguntou em várias notas de maravilha, compadeça, e reprovação - "O que poderia o ter feito pensar em Sra. Caudle? "Como tal uma coisa poderia ter vindo à mente de qualquer homem?" Há assuntos que parecem como gotas de chuva para cair em um homem encabece, a própria cabeça que não tem nada que ver com o assunto. O resulte de nenhum trem de pensamento, há o quadro, a estátua, o reserve, flutuou, como a semente menor, no cérebro alimentar no suje, como isto pode ser, e cresce lá. E isto era, nenhuma dúvida, o causa acidental do semeando literário e expansão--desdobrando gostam uma noite-flor--de SRA. CAUDLE. Mas deixou um júri de gentlewomen decidir. Era uma tarde invernal grossa, preta, quando o stopt de escritor no frente do pátio de recreio de uma escola suburbana. O chão enxameou com meninos cheio do feriado do sábado. A terra parecida telhada com a dianteira mais velha, e o vento veio, afiado como a faca de Shylock,
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