Capítulo 54. Miscelânea de Poesia - 1919

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Miscelânea de Poesia - 1919

Mas O é um palácio thee merecedor! Para em toda parte isto flui o mar eterno, Um moat azul que vigia uma rainha imortal; E em cima disto uma coroa perpétua Que, como vem a lua e o sol se põe, Soma jóia depois de jóia, adornar com pedra* preciosa* em pedra preciosa, Para a diadema apropriada respeitável Dela, em quem todas as potências que são Branda cetros e com controle de mãos quieto, Tipo como aquela vara de fada a estrela de noite, Ou o anjo forte que nós chamamos a alma. Tu a menina esplêndida que seemest a mãe de tudo, Querida Ceres-Afrodite, com toda isca, Isso atrai a abelha a mel, com a chamada, De noite traça-alada para pecadores, contudo como puro Como a freira branca que conta as estrelas para contas; Tu blest a Madonna de todas as necessidades quebradas, Tu Melusine, tu a irmã de homem se entristecendo, Tu onda-como risada, tu querido soluço na garganta, Tu todos-envolvendo clemência, e tu canção Isso recolhe cada nota selvagem e vagante,

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