Capítulo 33. Miscelânea de Poesia - 1919

Various

Miscelânea de Poesia - 1919

Até que eu venho a caridade, Até que eu acho paz novamente, Minha maldição no demônio ou deus Isso não me deixará ouvir Um pássaro em canção no ramo Mas, pairando sobre as notas, Lá carrilhões a batida maníaca De medo preto-alado. ESPECTRAL O que contarão os anos? Silencie! Se vai mas fala-- Aquela sombra através do fluxo, Na escuridão de um sonho; Podido meu cérebro mas feitiço O pensamento no cérebro daquele fraco Fantasma velho que esconde na escuridão, Em cima de lá, da flor castanha. Eu sento na luz de junho larga No banco aberto do rio, No verão de manhood, jovem; E em cima da água luminoso É uma toca que é pendida Com coned flores rosas que tremem E se inclina, cultive o peito da água É de pétala e folha acariciadas. E o céu de junho luz em meu início-- Mas lá na escuridão, com Tempo,, Amontoado, com Tempo em sua parte de trás, É uma sombra que é minha destruição. Sim, é eu na toca, Investigando e me assistindo lá.

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