Capítulo 27. Miscelânea de Poesia - 1919

Various

Miscelânea de Poesia - 1919

Sofreu fome mais cérebros, diga eu, Que Fome tem. E agora, quando eu envelheço, E meu sangue lento está frio, E fraco é minha respiração-- Eu sou seguido por esses cães de caça, De quem pulos poderosos e saltos Me cace a morte. A VERDADE Desde que eu vi um pássaro um dia, A cabeça dele bicou mais que meio fora; Isso pulou aproximadamente, com mas um olho, Pronto lutar novamente, e dado-- Ofttimes desde então as vidas privadas deles/delas Tenha consentido aquela alegria que a música deles/delas dá. Assim, quando eu vejo este pisco-de-peito-ruivo agora, Como uma maçã vermelha no ramo, E pergunta por que ele canta tão forte, Para amor, ou para o amor de canção; Ou canta, talvez, para aquele córrego de doçura De quem língua prateada nunca está imóvel-- Ah, agora lá vem isto pensado indelicado, Nascido do conhecimento em minha mente: Ele canta em triunfo que ontem à noite Ele matou o pai dele em uma briga; E agora ele levará o sangue da mãe dele--

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