Capítulo 45. O Atlântico Monthly, Volume 04, Não. 22, agosto, 1859,

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O Atlântico Monthly, Volume 04, Não. 22, agosto, 1859,

ramos caídos que inverno teve strewn ao longo da costa, fora debaixo do olmo dobrado, rápido como ilumina, enquanto equilibrando na popa do barco que teve balançado fora para o channel,--e erguendo a mão dela mais uma vez alto em a luz branca, com uma fonte ela derrubou no rio, e seu águas de preto rolaram até o mar. O FIM DE TUDO. Vagando ao longo de um desperdício Onde uma vez uma cidade estava, Eu vi uma tumba arruinada, E naquela tumba uma urna,-- Uma funeral-urna sagrada, Sem um nome ou data, E em suas profundidades ocas Pó um pequeno humano! De quem pó é isto, eu perguntei, Nesta urna esquecida? E onde este desperdício agora mentiras Que rosa de cidade de velho? Nenhum sabe; seu nome está perdido; Era, e é nenhum mais: Ido como um vento que soprou Mil anos atrás! Seu fim melancólico Será o fim de tudo; Para, como faleceu, O universo passará! Sua sola comemorativo Alguns arruinaram mundo, como nosso,;

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