Capítulo 58. O Atlântico Monthly, Volume 02, Não. 08, 1858 de junho,

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O Atlântico Monthly, Volume 02, Não. 08, 1858 de junho,

Tasso, _Gerus_, xiv. 45.] [Nota de rodapé 4: "Augel notturno al sola E nostra mente um' primo de del de rai Vero." _Ib_. 46.] Voltaire o pronunciou le de savant de le" mais l'Europe de de de universel," mas caracterizou os trabalhos metafísicos dele com o um pouco elogio equívoco de delie de assez de metaphysicien" verte vouloir reconcilier la theologie avec la metaphysique." [5] [Nota de rodapé 5: "Em que de sait o Voltaire pas de n'aimait Leibnitz. J'imagine que c'est le chretien qu'il detestait en lui." --Ch. Waddington.] Alemanha, com toda sua riqueza de celebridades eruditas, produziu nenhum outro quem fulfils tão completamente o tipo do _Gelehrte_,--um tipo que difere disso do _savant_ e do do estudante, mas os inclui ambos. Feuerbach o chama "a sede personificada para Conhecimento"; o Frédéric o Grande o pronunciou uma "Academia de Ciências"; e Fontenelle disse dele, que "ele viu o fim de coisas, ou que eles não tiveram nenhum fim." Era uma idade de aventura intelectual

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