Capítulo 15. A Revista de McClure, Vol. 31, não. 1, 1908 de maio,

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A Revista de McClure, Vol. 31, não. 1, 1908 de maio,

"Claro que não era nenhuma indulgência nada para ele", disse o escritor cujo consideração afetuosa para o amigo dele era muito tempo de pé um de. "Eu espero assim", respondeu o outro, "e, realmente, eu tive toda razão para suponha que a preferência que pulou para cima entre nós era nenhum menos em seu lado que em meu próprio. Nós fomos mutuamente apesar de, ou talvez _because_ de, nossas diferenças fundamentais em disposição, opiniões, convicções,; entretanto nenhum Christian poderia ter agüentado aflição com uma paciência de braver que ele--o braver nisso ele não olhou um futuro para conforto." "Um pó contínuo e nenhum aperto para vir", lançou no escritor, com o clarão de batalha no olho dele, porque ele também teve opiniões e convicções a discrepância com esses do companheiro dele. "Há um bem muitos de nós que têm que enfrentar isso." "Não muitos em caso pior que ele", devolveu o clérigo suavemente, recusando ser puxado em discussão. "Mas embora o uso seu

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