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ESPINHOS E ROSAS. Era um quarto longo, estreito e bastante baixo, com quatro janelas que olham fora em, um terraço. Jasmim e rosas agrupadas os arredondam, e flores ergueram o deles/delas cabeças para as soleiras largas. Dentro, as velas iluminadas mostraram mobília que era talvez um pequeno enfraquecido e escurece, entretanto teve um esbelto, antiquado graça que mais que indenizou qualquer beleza que tinha perdido. Havia muita porcelana velha, e nas paredes estavam alguns retratos familiares de qual o dono deles/delas estava justamente orgulhoso; e no ar lá demorou um lânguido fragrância de rosa-folhas secadas, delicado contudo inconquistável. Até mesmo o cheio maré de doçura de solstício de verão que fluiu pelas janelas abertas não pôde completamente supere aquela memória sutil de verões longo passado. O mestre da casa, com uma face como um waxen enrugado mascare, sentou em seu leitura de fácil-cadeira o _Saturday Review_, e uma senhora muito como ele, só,
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