Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
assuma o custo de converter o chinês, e construa o convento deles/delas logo o Parian que traz os frades em constante e amigável relações com o chinês. Uma descrição interessante do Parian e seus habitantes são determinados; todos os comércios são representados nisso, e as pessoas continuam as manufaturas para as quais eles estavam acostumados na China, mas com um fim melhor que eles aprenderam usar dos espanhóis. Salazar faz a declaração entusiástica que "o Parian adornou a cidade assim [Manila] que eu não hesito afirmar a sua Majestade que nenhuma outra cidade conhecida em Espana, ou nestes regiões, possui tão bem qualquer coisa valor que vê como isto; para nisto pode ser achado o comércio inteiro de China, com todos os tipos de bens e coisas curiosas que vêm daquele país." Especialmente interessante está lá os efeitos econômicos da residência deles/delas; "as habilidades manual procuradas por espanhóis têm tudo desapareceu, porque
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