Amy E. Samuel M.;Zwemer Zwemer
que estava pendurando fora da jaqueta de Fortunato. "Quem o deu aquele assista?" exigido ela em um tom severo. "Meu primo, o Ajudante." Falcone agarrou o relógio e esmagou isto em mil pedaços contra um pedra. "Esposa", disse ele, "é este minha criança?" As bochechas de Giuseppa viraram um tijolo-vermelho. "O que está dizendo você, Mateo? Você sabe a quem você fala?" "Muito bem, esta criança é a primeira da raça dele cometer traição." Os soluços de Fortunato e suspiros redobrados como Falcone mantiveram os lince-olhos dele em ele. Então ele golpeou a terra com o dele arma-proveja, assumiu a arma, e virou na direção do maquis, enquanto chamando a Fortunato para seguir. O menino obedeceu. Giuseppa acelerou depois de Mateo e agarrou o braço dele. "Ele é seu filho", disse ela com uma voz trêmula, firmando o preto dela olhos nesses do marido dela para ler o que estava entrando em no coração dele. "Me deixe só", disse Mateo, "eu sou o pai dele."
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